Escrito nas Estrelas é a novela das 18 horas da grelha da SIC desde Outubro. Escrita por Elizabeth Jhin, a novela coloca em debate a imortalidade do homem e os avanços da genética.
Houve uma frase que acompanhou a novela desde o ínicio e que será a última frase da novela, que tem sido motivo de muita reflexão entre as pessoas com quem vou falando sobre o desenrolar da trama. A frase é atribuida a Pedro Cassiano Aguillar:
Cada minuto que passa, pode ser tudo o que me resta para viver
Mas eu desperdiço o tempo como se ele fosse infinito
Um dia destes apareceu "Pedro Cassiano Aguillar" no blogue http://sabedoriapopular.blogs.sapo.pt/26604.html?view=57068#t57068 a postar um poema lindíssimo chamado "Areias do Tempo", alegando não ser uma personagem ficticia antes pelo contrário é real, mas não é de todo verdade .... Mas antes disso vamos ao poema :)
Cada volta que o ponteiro do relógio dá
Acelera o passo da minha vida
Encurta minha história e antecipa meu fim
Que tem hora marcada pra chegar
Mas que eu desconheço
Cada um de nós é como um livro
Que guarda sua própria história
Com início, meio e fim
Nosso corpo é só uma casa onde a alma habita
E a morte é o último vôo de nossa alma
Que parte por não caber mais nessa casa
Como se quisesse começar uma nova história, um novo livro
Cada minuto que passa pode ser tudo que me resta para viver
Mas eu desperdiço o tempo como se ele fosse infinito
Penso, logo sei que existir é uma circunstância
Que a vida acontece num sopro de Deus
E a chama permanece acesa enquanto estamos vivos
Cada pessoa tem uma criança aprisionada dentro de si
A criança que fomos nunca muda
Nosso corpo é que envelhece ao redor dela
Eu queria viver minha infância toda outra vez
Mas a ampulheta do tempo eu não posso virar
Acelera o passo da minha vida
Encurta minha história e antecipa meu fim
Que tem hora marcada pra chegar
Mas que eu desconheço
Cada um de nós é como um livro
Que guarda sua própria história
Com início, meio e fim
Nosso corpo é só uma casa onde a alma habita
E a morte é o último vôo de nossa alma
Que parte por não caber mais nessa casa
Como se quisesse começar uma nova história, um novo livro
Cada minuto que passa pode ser tudo que me resta para viver
Mas eu desperdiço o tempo como se ele fosse infinito
Penso, logo sei que existir é uma circunstância
Que a vida acontece num sopro de Deus
E a chama permanece acesa enquanto estamos vivos
Cada pessoa tem uma criança aprisionada dentro de si
A criança que fomos nunca muda
Nosso corpo é que envelhece ao redor dela
Eu queria viver minha infância toda outra vez
Mas a ampulheta do tempo eu não posso virar
Pedro Cassiano Aguillar
Graças ao YouTube foi possível ter acesso à explicação da autora desta fantástica novela. Assista ao vídeo:
Pois é, Pedro Cassiano Aguillar não é real, mas como diz a Bete do Intercambiando (http://intercambiando.blogs.sapo.pt/27229.html) o que importa isso de frente para um poema tão lindo e tão inspirador.
Parabéns Elizabeth Jhin por tratar de forma tão terna de um tema tão fascinante como a vida após a morte, fisica ou espiritual.
Fico aguardar a 2ª série com ansiedade =)
Publicada por
Nair Teles
Etiquetas:
Elizabeth Jhin,
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Espiritualidade,
Pedro Cassiano Aguillar,
Poema
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comentários
A combinação de cores pode dar a ideia de que são trabalhos diferentes mas são exactamente o mesmo projecto. Tem tido muita aceitação também no Brasil. Um presente de Natal que até os homens estão a comprar para oferecer :)
Olá amigas,
Já há alguns meses que não passo por aqui para vos dar novidades, em todo o caso não estive propriamente parada ... beijinhos e comentem, é sempre bom saber a vossa opinião e sem dúvida tem sido uma grande ajuda
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